Registrar gastos com a foto do recibo
No AI Money você registra um gasto tirando uma foto do recibo, e o cupom volta virado em um lançamento com valor, estabelecimento, data e categoria. Dá para fotografar ali no caixa ou escolher uma imagem que já está na galeria. A categoria sai da SUA lista, não de uma genérica, e quando o cupom mostra o cartão que pagou, o gasto cai naquela conta. O plano gratuito inclui 2 leituras por mês dentro do app, e as fotos enviadas ao bot do WhatsApp têm cota própria de 10 imagens por dia. O Pro leva o leitor do app a 10 por dia. Funciona em iPhone, iPad e Android.
Como escanear uma nota fiscal para registrar o gasto?
São três toques, e você pode guardar o celular enquanto ele trabalha.
- No AI Money, toque no botão + e escolha Scan AI.
- Fotografe o cupom, ou escolha uma foto da galeria se você tirou antes.
- Espere alguns segundos. O lançamento é salvo sozinho, e tocar na confirmação abre ele caso você queira mudar alguma coisa.
Nada mais é pedido de você. Nenhum formulário para preencher, nenhuma categoria para caçar em um menu, nenhuma data para digitar. Um cupom da quinta-feira passada fica com a data da quinta-feira passada, e não com a do dia em que você lembrou de fotografar, que é justamente o que se embaralha quando você põe em dia os recibos de uma semana inteira de uma vez só.
O que a inteligência artificial extrai de um cupom?
Seis dados, e cada um deles é o que faz o lançamento servir para alguma coisa depois.
| Dado | De onde vem | Exemplo |
|---|---|---|
| Valor | A linha impressa como total, ou o número que está ao lado da forma de pagamento | 84,20 |
| Estabelecimento | O nome do negócio, sem número de loja, endereço nem CNPJ | Mercado do bairro |
| Data | A que vem impressa no cupom, e a do dia da leitura quando o papel não mostra nenhuma | 14 de agosto |
| Categoria | A sua própria lista de categorias, escolhida pelo estabelecimento e pelos itens | Mercado |
| Moeda | A do cupom, do jeito que está impressa | BRL |
| Cartão ou carteira | A linha de pagamento, quando o cupom imprime | Visa final 1234 |
Os centavos seguem a moeda do cupom. Uma nota de R$ 21,87 é salva como 21,87, e uma em moeda que não usa centavos, como o peso colombiano ou o iene japonês, é salva em número inteiro em vez de arrastar um 0,00 que ninguém imprimiu.
Qual número ele pega quando o cupom traz subtotal, imposto e gorjeta?
O que você pagou de verdade. Um cupom impresso é cheio de números que não são a cobrança, e pegar o errado é a forma clássica de um leitor estragar o orçamento do mês sem ninguém perceber.
O valor sai da linha marcada como TOTAL ou VALOR PAGO, ou do número que acompanha a forma de pagamento, e quando os dois batem, é essa a resposta. O resumo de impostos fica de fora de propósito, e junto com ele o subtotal, o desconto, a linha de economia, o troco, a gorjeta, o preço unitário de um produto, a quantidade, o código do item e qualquer número de cartão ou de autorização. Uma base de cálculo é sempre menor do que o que foi pago, e é por isso que ela é tão fácil de pegar por engano.
Nos 30 dias até 27 de agosto de 2026, cerca de uma em cada cinco pessoas que usaram alguma função de IA no AI Money fotografou pelo menos um recibo, e entre o leitor do app e o bot do WhatsApp foram lidos mais de 750 cupons. Medição interna do AI Money.
Funciona com nota fiscal, comprovante de Pix e print de tela?
Funciona, e o documento decide o que é salvo. Cupons de compra, notas fiscais e comprovantes de pagamento passam todos pelo mesmo leitor.
Um comprovante de dinheiro que você recebeu é salvo como receita, e não como despesa, com uma categoria da sua lista de entradas: um Pix recebido, um holerite, a confirmação de um estorno. Um print do extrato, ou dois cupons diferentes fotografados juntos, produzem um lançamento por linha, cada um com a sua data e o seu total. Um único cupom com itens misturados continua sendo um lançamento com o total dele, porque somar os itens de novo quase nunca bate com o que foi cobrado quando há desconto, imposto e unidades no meio, e dividir deixaria você classificando produto por produto.
Em qual conta cai o gasto lido pela foto?
Na que o cupom diz que pagou. Os comprovantes costumam imprimir isso perto da linha de pagamento, como um cartão com final de quatro dígitos ou o nome de um banco ou carteira, e o AI Money compara com as contas que você já tem criadas. O nome da loja no alto do cupom é o estabelecimento, nunca a conta.
Quando o papel não diz nada sobre a forma de pagamento, o gasto entra na conta que você marcou como principal, então não fica dinheiro solto fora dos seus saldos. Trocar depois é um campo dentro do lançamento.
Quantos recibos dá para ler de graça?
Dois por mês com o leitor do app, e existe uma segunda porta que vale conhecer, porque fotografar o recibo no WhatsApp tem cota separada.
| Por onde você manda o recibo | Plano grátis | Pro |
|---|---|---|
| Scan AI, dentro do app | 2 por mês | 10 por dia |
| Foto enviada ao bot do WhatsApp | 10 imagens por dia, dentro dos 2 registros diários | Sem limite |
| Digitar o lançamento à mão | Sem limite | Sem limite |
Ou seja: se você está no plano gratuito e chega em casa com um punhado de cupons, mandar para o bot no WhatsApp é o caminho mais folgado. A foto é lida do mesmo jeito e o lançamento cai na mesma lista. Vincular o número leva cerca de um minuto e se faz uma vez só.
O que acontece com a foto do recibo?
Ela é reduzida no próprio celular, para uns 1024 pixels de largura, e vai para um servidor do AI Money, que a repassa ao modelo de visão da OpenAI. Esse passo é o que transforma uma imagem em um valor, e a política de privacidade do app declara isso.
A foto é lida em detalhe alto, e não na passada de baixa resolução, que sai bem mais barata. É uma escolha consciente: encolher um cupom para 512 pixels custa muito menos para processar, mas o que some nesse tamanho são as letras miúdas, que é exatamente onde moram o total e o nome da loja. É a diferença entre um leitor que dá conta da conta impressa de um restaurante e um que também resolve um cupom térmico apagado de um mercadinho.
O que fica depois é o lançamento, não a imagem: a foto não é anexada à transação e dentro do app não existe galeria de recibos. Sua lista de lançamentos fica no celular, em um banco de dados local. O backup na nuvem e a sincronização entre aparelhos são um botão nos Ajustes e fazem parte do Pro, então se você nunca ligar, o seu histórico não é copiado para servidor nenhum.
E se ele ler alguma coisa errada?
Você corrige no próprio lançamento, a um toque da confirmação que aparece quando a leitura termina. Valor, categoria, título, data, moeda, conta e até se era despesa ou receita: tudo é editável igual a uma transação digitada à mão.
O que mais confunde a categoria são estabelecimentos de nome ambíguo: a farmácia que também vende comida, o restaurante com nome de loja de roupa, a cobrança que aparece com a razão social em vez da marca da fachada. E se a imagem não for um recibo, porque é o print de outra coisa ou uma foto que disparou sozinha no bolso, o app avisa que ali não conseguiu ler um recibo em vez de inventar um número.
Quanto custa ler recibos por foto?
Começar não custa nada e não é pedido cartão. O plano gratuito traz as 2 leituras do mês, as 10 fotos diárias de recibo pelo WhatsApp, lançamentos manuais sem limite e quantas categorias e orçamentos você quiser.
O AI Money Pro leva o leitor do app a 10 recibos por dia e tira o limite do chat. Nos Estados Unidos custa 3,99 dólares por mês ou 32,99 por ano; nos demais países o preço é definido por cada loja de aplicativos, e o app mostra na sua moeda antes de você confirmar qualquer coisa.
Perguntas frequentes sobre ler recibos por foto
Você toca no botão + dentro do app, escolhe Scan AI e fotografa o cupom, ou escolhe uma foto que já está na galeria. Poucos segundos depois o lançamento é salvo com valor, estabelecimento, data e uma categoria tirada da sua própria lista, e tocar na confirmação abre ele caso você queira mudar alguma coisa. Funciona em iPhone, iPad e Android.
Dois por mês com o leitor do app, sem cartão e sem teste que expira. Os recibos que você fotografa e envia ao bot do AI Money no WhatsApp têm cota separada de 10 imagens por dia, dentro dos 2 registros diários do plano gratuito, então esse é o caminho mais folgado quando há vários cupons atrasados. O AI Money Pro leva o leitor do app a 10 recibos por dia.
Sim. Cupons de compra, notas fiscais e comprovantes de pagamento passam pelo mesmo leitor. Um comprovante de dinheiro que você recebeu, como um Pix recebido, um holerite ou um estorno, é salvo como receita e não como despesa, com uma categoria da sua lista de entradas. Um print do extrato ou dois cupons fotografados juntos produzem um lançamento por linha, cada um com a sua data e o seu total.
O total que você pagou de verdade: a linha impressa como TOTAL ou VALOR PAGO, ou o número que acompanha a forma de pagamento, e quando os dois batem, é esse. Ele descarta o resumo de impostos, o subtotal, os descontos, o troco, a gorjeta, os preços unitários, as quantidades, os códigos de item e os números de cartão ou de autorização. Os centavos são mantidos nas moedas que os usam e omitidos nas que não usam.
Ela é reduzida no celular para uns 1024 pixels de largura e enviada a um servidor do AI Money, que a repassa ao modelo de visão da OpenAI para ser lida. Isso está declarado na política de privacidade do app. A foto não é anexada ao lançamento e não existe galeria de recibos dentro do app: o que fica é a transação. Sua lista de lançamentos fica no celular, e o backup na nuvem é um botão nos Ajustes que faz parte do Pro.
Não precisa, e o app também não pede as suas senhas de banco. Um gasto é registrado porque você fotografou o cupom, ditou, mandou por mensagem ou digitou. Isso tem uma consequência prática desde o primeiro dia: o dinheiro em espécie também fica anotado, que é justamente o que um app ligado ao banco não enxerga, e funciona com qualquer loja e qualquer banco de qualquer país, sem depender de uma lista de instituições suportadas.
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